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Nossa História

O cenário era o da curiosa e pequena comunidade dispersa de "Buracada", interior de Minas; a época: década de 20. Nesse contexto nascia através do sonho de um modesto cafeicultor, o café Toko.

Amélio José da Silva, o Sr. Amélio Toko, como era conhecido, dava inicio ao processo comercial com sua produção de café na base da troca por produtos  de diversas naturezas, temperos, enxadas, etc. Assim fez por muitos anos conseguindo conquistar, em pouco tempo seu primeiro empreendimento: a compra de um armazém de secos e molhados, a chamada Casa Moderna.

O processo industrial só começaria mais tarde com a aquisição de uma pequena usina de café, o que passava a possibilitar a chegada ao mercado dos grãos já beneficiados. Mas por essa época, uma fatalidade tirava Amélio Toko da história. Falecendo em meados de 60, os sonhos do cafeicultor passavam a ter continuidade através dos filhos, Almir Toko e Sinval Toko, que criaram, em 1969, a Minas Café.

Em 1976 nova mudança: Mizim Toko assume a empresa, e na corrida pela evolução, quatro anos depois adquire uma indústria de fato, o Café Chantecler, na cidade de Ubá.

Resumida a um pequeno porão, nos fundos de uma casa, e com maquinário antigo e precário, o Café Chantecler trabalhava com um torrador com capacidade produtiva de 20 quilos, além de um moinho de balcão e um carro alugado para o transporte do café.

Anos depois, a vontade empreendedora de Amélio Toko seguia com seus sucessores. Pioneira na implantação de processos tecnológicos de última geração, o Café Toko foi a primeira empresa da América Latina a implantar os mais modernos conceitos em torra e moagem transformando-se em um dos mais avançados parques industriais do seu setor.

Hoje, o Café Toko se orgulha de fazer parte da vida de milhares de consumidores e sabe que a homenagem à Amélio Toko não está apenas no nome, mas principalmente na certeza do sonho concretizado através de uma indústria moderna e de um produto de qualidade e respeito.